domingo, 9 de março de 2008
RANKING SCC
RANKING FINAL DO SUBURBIA CUP II
2.º Pedro Lopes, 72,173
3.º Pedro Esteves, 55,712
4.º Miguel Silva, 48,395
5.º Diogo, 36,202
6.º Adriano, 33,611
7.º Pedro 'Raga', 29,245
8.º Dinis, 27,475
9.º João Reis, 21,860
10.º Sérgio Bilé, 20,698
11.º Nuno Almeida, 13,901
12.º Laginha, 13,811
13.º Álvaro, 11,634
14.º Marco, 7,608
15.º Nuno Silva, 6,176
16.º Miguel Ângelo, 4,809
Resumo da segunda edição do Suburbia Cup
Vencedor - Felipe Gomes
Finalista vencido - Miguel Silva
Jogo da Final:
Felipe Gomes (Valência) - Miguel Silva (AC Milan), 2-1
Petit Finale:
Pedro Lopes (AS Roma) - Dinis (Barcelona), 2-1
2.º Torneio
Vencedor - Pedro Esteves
Finalista vencido - Felipe Gomes
Jogo da Final:
Pedro Esteves (Inter) - Felipe Gomes (Arsenal), 3-1
Petit Finale:
Pedro Lopes (Chelsea) - João Reis (Man Utd), (...)
O Jogo não se realizou devido a uma inqualificável falta de comparência do treinador João Reis, que alegou problemas oculares para não jogar. Lopes ganha o terceiro lugar na secretaria.
3.º Torneio
Vencedor - Pedro Lopes
Finalista vencido - Adriano
Jogo da Final:
Pedro Lopes (AS Roma) - Adriano (AC Milan), 3-1 (após prolongamento)
Petit Finale:
Diogo (Chelsea) - Nuno Almeida (Inter), 3-1
4.º Torneio
Vencedor - Felipe Gomes
Finalista vencido - Pedro Lopes
Jogo da Final:
Felipe Gomes (Inter) - Pedro Lopes (AS Roma), 1-0
Petit Finale:
Pedro Esteves e Miguel Silva, eliminados nas meias-finais, recusaram disputar um jogo que rotularam como "uma patética final dos pequeninos".
sábado, 8 de março de 2008
Bode expiatório
Goleada infrutífera
Ou seja, depois da primeira presença numa final, sou prejudicado pelas alterações ao modelo do torneio. É triste. Este Suburbia Cup parece um Saltillo...
1 Man 1 Mission = CHAMPIONSHIP!!!
Acabar como começou o dia, e sair do Bobadela Stadium com as quinas na camisola e acrescentar o 2ºtitulo na vitrine da sede,a juntar a 1 campeonato, 1 vice-campeonato e uma presença nos quartos-final com o renascido SL Benfica!
Inter vai ser a equipa que quase arrisco a prognósticar me leverá "all the way", mesmo sem Adriano que continua a recuperar dos seus problemas.
Um inicial 2-2 vs Man Utd e um 3-0 vs Chelsea no 2º jogo do grupo deverão garantir a presença nas meias finais.
Veremos quem será o seguinte, e espero ser o ultimo a "bloggar" nesta noite de gloria!
Felipe Gomes
Champanhe
Habemus campium...
Uma palavra para Adriano... Inesquecível! Para recordar e para aprender... como foi possível? Que raio de conjugação cósmica permitiu que tal fosse possível? Vamos ver como se porta agora que já tem um petit estatuto...
Malapata
Choque!
Os adeptos são, contudo, os principais prejudicados. Uma das meias-finas nem sequer vai dar na TV e estão a ser distribuídos bilhetes nas escolas para compor as bancadas: Adriano defronta Autómato e o desfecho é imprevisível... Já da outra meia-final deverá sair o campeão, com Lopes a bater-se com um dos campeões da anterior edição.
As picardias entre Miguel e Ragazzi prolongam-se... um bate-boca sem sentido quando não há faixas para utilizar como argumento.
Ainda e sempre
Benfica apela ao coração
Esse é o sonho e eu acredito!
O 1º resultado foi uma derrota perante o Inter por 3-2, mas soa a injusto perante a excelente exibição do GR do Inter, mas tambem a vitoria do Benfica não seria justo para o Inter.
Segue-se outro colosso mundial, o Barcelona e os 4 fantásticos, esperamos pontuar para poder encarar o ultimo jogo do grupo com o Man Utd com todo o optismo que normalmente as equipas britânicas nos dão.
Vamos a eles Benfica
Felipe Gomes.
CAMPEÃO, CAMPEÃO, EU SOU CAMPEÃO!!!!
Uma curva belíssima, uma equipa fantástica...
Lágrimas na petit finale
João Reis, que com ele iria disputar o 3º e 4º lugar, abandonou a competição dizendo que não aguenta mais olhar para os televisores. No fundo, vista cansada. Uma miséria. Esperemos que seja espancado ao fundo das escadas. Ou que a Bruna lhe dê a dentada de uma vida.
Com ele foi também embora Marco, que carrega às costas uma cruz mais pesada que a de Cristo: perdeu um jogo por 9-0.Ou 0-9, como se jogar fora justificasse alguma coisa.
Lopes continua a chorar.
Miguel Silva diz que este tipo de gente não deveria voltar a ser convidada para participar neste torneio. Um azedume, que também resulta de ainda não ter conseguido vencer nenhum torneio. O próximo alvo é a organização, que nunca o deixa escolher as equipas que ele quer. Enfim, o seu valor de comando na mão dispensava estas queixinhas...
Está a disputar-se a final, entre Pedro Esteves e Filipe, que procura revalidar o título.
Há gritos. Penalti.
Lopes continua a chorar... e recusa uma equipa de substituição, só para compensar as pessoas que compareçam no estádio...
Primeiro balanço
No segundo, que vai agora para as meias finais, fiquei no pote quatro na ordem de escolha de equipas, e escolhi o Sporting. O amor à camisola falou mais alto e arrisquei, e talvez tivesse chegado aos quartos se deixasse de lado o "joga bonito" quando estava a ganhar 1-0 ao Valência do Adriano. Acabei por empatar, e esse jogo decidiu o apuramento. Mas houve palmas, e na conferência de imprensa pedi aos adeptos que corressem o Soares Franco!!!
Até morrer, Sporting allez!
Quartos de final!
Ou seja, cumpri. Nos quartos-de-final, defronto o Filipe, campeão do primeiro torneio. Apetece-me citar José Torres. "Deixem-me sonhar!..."
Temos campeão!
Muita gente satisfeita, muita gente aziada, ninguém a dormir (falta o Cabaça!)...
Final
Meias
O encontro dos representantes do pregoeiro garden foi, tal como antecipado, emotivo e decidido por pormenores. Sob neve intensa e com uma bola da cor do equipamento de uma das equipas, venceu aquele que melhor soube adaptar-se às condições. E venceu nos últimos minutos. Não há protestos. O torneio está apenas a começar...
O quadro das meias é equilibrado. E promete.
Um minuto de silêncio virtual...
Primeiro passo dado
O pregoeiro garden está representado com mais força hoje. Jogamos separados, mas unidos no espírito. Os encontros entre nós não aborrecerão ninguém seguramente.
Período de aquecimento
sexta-feira, 7 de março de 2008
Previsão do tempo
Céu pouco nublado, aumentando gradualmente de nebulosidade nolitoral a norte do Cabo da Roca a partir da tarde.
Vento em geral fraco (inferior a 20 km/h) do quadrante norte,soprando moderado (20 a 30 km/h) de norte no litoral a sul doCabo Mondego, tornando-se moderado a forte (30 a 45 km/h) denoroeste, com rajadas, nas terras altas a partir da tarde.
Períodos de chuva fraca no litoral a norte do Cabo Carvoeiro apartir do meio da tarde.
Pequena subida da temperatura mínima, em especial no litoral oeste.
Neblina ou nevoeiro matinal, em especial no litoral oeste.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Pedro (Raga) faz pré-época de sonho... em Bali
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Suburbia Cup Challenge cresce e cruza fronteiras...
O resultado final destas negociações será brevemente divulgado. A confirmarem-se todas presenças, o número de jogadores no torneio eleva-se para 20, o que irá requerer uma nova logística na prova: basicamente mais uma TV, mais uma playstation e mais dois comandos. Simultaneamente, a primeira fase de cada torneio passará a contar com 5 grupos de 4 equipas ou 4 grupos de cinco equipas. A organização vai pensar no assunto e logo comunica a decisão final.
Já agora, a organização solicita a todos os confirmados que se pronunciem até esta quinta-feira sobre as certezas inequívocas das respectivas presenças e sobre eventuais convites que queiram estender a amigos ou amigos de amigos. O objectivo é fechar as inscrições até final desta semana, para tratar depois de toda a logística da prova (ficha de apresentação dos atletas, organização do terreno de jogo, calendários dos torneios, definição da rotatividade na escolha de equipas, ementa, lista de vinhos, erc, etc, etc).
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Genaro "Lopes" Gattuso confirmado no Suburbia Cup Challenge II
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
8 de Março, segunda edição do Suburbia Cup Challenge
O ponto de encontro está marcado para as 14h00, no salão de jogos deste maravilhoso subúrbio lisboeta. Até ao momento estão confirmadas 15 inscrições. Ou seja, está igualado o número de presenças na primeira edição do Suburbia Cup. Há ainda algumas inscrições pendentes na secretaria, pelo que o número de jogadores poderá aumentar nos próximos dias. Chegaremos aos 20?
Entre as ausências, há a lamentar as eventuais faltas de comparência de Fred e Paulinho, respectivamente 2.º e 6.º classificados na primeira edição, que ainda não fizeram chegar à organização os respectivos passes internacionais.
Eis as presenças confirmadas: Adriano, João, Hugo Gamboa, Pedro Esteves, Miguel Silva, Nuno Silva, Dinis, Sérgio Bilé, Nuno Almeida, Diogo, Pedro Raga, João Laginha, Miguel II, Álvaro Lopes e Filipe Pacheco.
Está aberto o período de conferências de imprensa, antevisões e, se quiserem, marcação de torneios de pré-época.
RANKING OFICIAL DO 1.º SUBURBIA CUP CHALLENGE:
2.º Fred, 78,567 pts
3.º Pedro Esteves, 66,073 pts
4.º Sérgio Bilé, 47,213 pts
5.º Dinis, 47,012 pts
6.º Paulinho, 31, 106 pts
7.º Álvaro Lopes, 30,877 pts *
8.º Diogo, 29,662 pts **
9.º Adriano Nobre, 26,261 pts
10.º Pedro "Raga", 23,771 pts
11.º João, 20,812 pts ***
12.º Nuno Silva, 18,938 pts
13.º Nuno Almeida, 17, 367 pts
14.º Hugo Gamboa, 11,312 pts ***
15.º Filipe Silva, 2,784 pts
* Só participou em 3 torneios
** Só participou em 1 torneio
*** Só participou em 2 torneios
"Observando os calhaus" (ou a análise individual ao primeiro Suburbia Cup Challenge)
io “Special One” - Miguel (1.º no ranking SCC)O grande vencedor da primeira edição do Suburbia Cup Challenge: dois títulos em quatro torneios valeram-lhe a liderança do ranking SCC no final da prova. Curiosamente, até nem começou muito bem. Nos dois primeiros torneios foi afastado nas meias-finais. E em ambas as ocasiões por Fred: primeiro com o seu Bayern de Munique a perder por 0-2 frente ao Barcelona; depois com o seu Barcelona a perder 0-1 com o Real Madrid. Nos torneios seguintes, finalmente os troféus que fizeram jus ao rótulo de grande favorito: primeiro ao leme do At. Madrid, e por fim no comando do Man Utd. Fechou a sua participação com 14 vitórias, 3 empates e 4 derrotas e um goal average de 53 golos marcados e 23 sofridos. Deixa também a curiosidade de ter vencido ambos os desempates por grandes penalidades que teve de disputar rumo aos respectivos títulos (1 em cada torneio). Foi, também o líder no ranking de "foda-ses" proferidos ao longo das 16 horas de Suburbia Cup. Será o grande "tubarão" do próximo Suburbia Cup.
Melhor resultado:
Barcelona (Miguel) – Liverpool (Gamboa), 5-0
Man Utd (Miguel) – Juventus (Adriano), 5-0
Pior resultado:
Man Utd (Miguel) – Real Madrid (Dinis), 1-3
Prém
io "outsider" - Fred (2.º no ranking SCC)
Um verdadeiro outsider na primeira edição do Suburbia Cup Challenge. Poucos conheciam a sua habilidade, pelo que provocou surpresa o segundo lugar que alcançou no ranking SCC. Venceu o primeiro torneio, com o Barcelona, batendo o Inter de Sérgio Bilé poe 2-1. No segundo torneio chegou à final, onde o seu Real Madrid foi batido pelo Chelsea do meteórico Diogo. Nos dois torneios finais, ao comando de Liverpool e Chelsea, foi sempre eliminado por jogadores que disputaram a final: Pedro e Miguel, respectivamente nas meias-finais e nos quartos-de-final. Em 19 jogos disputados venceu 13, empatou 3 e perdeu 3. Marcou 40 golos e sofreu 22. Disputou taco-a-taco a liderança do ranking com o líder Miguel. Consta que não poderá estar presente na segunda edição do Suburbia Cup. A confirmar-se, é pena. É um jogador que traz público à minha sala.
Melhor resultado:
Barcelona (Fred) – Man Utd (Pedro), 5-1
Pior resultado:
Liverpool (Fred) – Arsenal (Pedro), 1-3
Pré
mio "João Garcia" - Pedro (3.º no ranking SCC)
Como o próprio disse na auto-avaliação que fez no flash interview do Suburbia Cup Challenge, foi “de menos a mais”. Ou seja, a sua prestação foi uma enorme escalada rumo à (quase) glória. Começou com o pior resultado de toda a sua participação no Suburbia Cup (derrota por 5-1 contra o Barcelona de Fred), mas acabou com a presença nas finais dos dois últimos torneios. Nos primeiros dois torneios, a mediania: sempre eliminado nos quartos-de-final, conseguindo apenas 2 vitórias e 2 empates em 7 jogos. No segundo torneio, no comando do Sporting, teve mesmo uma prestação a roçar o miserável, apurando-se com dificuldade no grupo da morte cerebral. Mas depois veio o futebol champanhe do Arsenal que o acompanhou nos últimos dois torneios: 10 vitórias, presença nas duas finais, sempre batido pelo campeão Miguel. Em 20 jogos venceu 12, empatou 2 e perdeu 6. Marcou 40 golos e sofreu 34. É um dos alvos a abater na segunda edição do Suburbia Cup.
Melhor resultado:
Arsenal (Pedro) – Ol. Lyon (Álvaro), 4-1
Pior resultado:
Man Utd (Pedro) – Barcelona (Fred), 1-5
Prém
io "italiano vero" - Sérgio Bilé (4.º no ranking SCC)
O verdadeiro Trappattoni do Suburbia Cup. Não pelo número de títulos conquistado, mas pelo evidente carinho que nutre por Itália. Em quatro torneios, treinou 3 vezes o Inter e uma vez a AS Roma. Provou ser um jogador que se dá melhor com os ares de competição do que em provas amigáveis. No primeiro torneio chegou à final, onde o seu Inter foi derrotado pelo Barcelona de Fred, por 2-1. Depois de, no primeiro torneio, ter apresentado um percurso imaculado de quatro vitórias até à final, surgiu o lado negro do seu futebol: no segundo torneio, com a AS Roma, quedou-se pela fase de grupos, com 2 empates e 2 derrotas. Regressou ao Inter e aos bons desempenhos no terceiro torneio, onde foi eliminado apenas nas meias-finais pelo Arsenal de Pedro. Teve de abandonar mais cedo o último torneio, nos quartos-de-final, entregando o seu Inter (claro!) nas mãos do aleijado Nuno Almeida. Obviamente, foi eliminado. Em 18 jogos venceu 7, empatou 4 e perdeu 7. Marcou 30 golos e sofreu 31, espelhando bem o equilíbrio típico do seu futebol matraquilho a meio campo.
Melhor resultado:
Inter (Sérgio) – Sevilha (Raga), 3-1
Pior resultado:
Inter (Sérgio) – Chelsea (Fred), 2-5
Prémio
“o rei das goleadas” - Dinis (5.º no ranking SCC).
Começou de forma horrível a sua participação no Suburbia Cup, com duas eliminações consecutivas na fase de grupos, ao comando de AS Roma e Inter. No segundo torneio, no entanto, deixou um cheiro do que estava para vir: despachou o Liverpool de Gamboa com um 7-1 que, no entanto, se revelaria insuficiente para carimbar o passaporte para os quartos-de-final. Nos torneios seguintes encontrou a sua equipa fetiche, o Real Madrid. E abriu o livro: no terceiro torneio, uma goleada por 8-0 ao Bayern de Filipe (ok, era o Filpe, mas foram 8-0…) e duas vitórias com chapa 4 garantiram-lhe o apuramento para os quartos-de-final, onde foi eliminado, nos penalties, pela Roma de Raga. No último torneio, limpou a fase de grupos sempre com vitórias por 3 golos e chegou às meias-finais, onde foi eliminado pelo Arsenal de Pedro, com uma derrota por 2-3. Em 15 jogos venceu 9, empatou 1 e perdeu 5. Marcou 42 golos e sofreu 23. A segunda edição do SCC servirá para provar se a sua faceta goleadora foi mero acaso.
Melhor resultado:
Real Madrid (Dinis) – Bayern M. (Filipe), 8-0
Pior resultado:
Inter (Dinis) – Sevilha (Adriano), 0-5
Prém
io “Regularidade” – Álvaro (6.º no “ranking” SCC)
É um daqueles casos em que os números sustentam as palavras. Conhecida que é a sua faceta de técnico resultadista, fez questão de puxar dos galões de homem de equilíbrios: em 14 jogos, 3 vitórias, 6 empates e 5 derrotas. Além do inusitado número de empates, outro aspecto sublinha a sua faceta metódica na abordagem ao jogo: os seis empates foram 1-1. Apesar de tudo, a sua participação no Suburbia Cup Challenge não se ficou pela mediania. Longe disso. Participou apenas em três torneios e esteve por duas vezes nas meias-finais. Foi eliminado apenas uma vez na fase de grupos. Com um score de 19 golos marcados e 21 sofridos, ficou no 6.º lugar do “ranking” SCC, mas deixa a certeza de que poderia ter disputado o “Top5” se tivesse participado em todos os torneios. Veremos se confirma as credenciais.
Melhor resultado:
Ol. Lyon (Álvaro) – AC Milan (Filipe), 4-0
Pior resultado:
Ol. Lyon (Álvaro) – Arsenal (Pedro), 1-4
Prémio
“Sonecas” – Paulinho (7.º no “ranking” SCC)
Prometia ser um Scolari na luta pelos títulos. Revelou-se um Valery Lobanovski na luta contra o sono. A estatística demonstra que passou 39% do Suburbia Cup Challenge a dormir de forma ordinária. O saldo final da sua prestação confirma a desilusão face às expectativas que tinha criado: em 14 jogos, venceu 5, empatou 1 e perdeu 8. O melhor desempenho que teve foi logo no primeiro torneio, onde chegou às meias-finais. No último torneio caiu nos quartos-de-final. Pelo meio, foi duas vezes eliminado na fase de grupos. Deixa um score de 28 golos marcados e 26 sofridos. Deixa também uma mancha de baba de 12 centímetros no sofá. O 6.º lugar no “ranking” reflecte a atitude “nhonhinhas” que apresentou.
Melhor resultado:
R. Madrid (Paulinho) – Liverpool (Adriano), 6-1
Pior resultado:
Bayern Munich (Paulinho) – Arsenal (Pedro), 0-3
Prém
io “Toca e Foge” – Diogo (8.º no “ranking” SCC)
Chegou, viu, venceu e desapareceu. Foi este o curto trajecto de Diogo, presença meteórica no Suburbia Cup Challenge. Participou apenas num torneio. Disputou seis jogos, venceu cinco e empatou um, terminando a sua participação com 11 golos marcados e 3 sofridos. E com um título no bolso. Deixou a clara sensação de que teria lutado pelo Top3 do “ranking” se tivesse continuado em jogo. Assim, e apesar do título, quedou-se pelo meio da tabela, num modesto 8.º lugar. Aguarda-se com expectativa a sua presença na segunda edição do Suburbia Cup para provar que tudo não passou de sorte de principiante.
Melhor resultado:
Chelsea (Diogo) – Man Utd (Álvaro), 3-0
Chelsea (Diogo) – Benfica (Paulinho), 3-0
Pior resultado: Chelsea (Diogo) – R. Madrid (Fred), 1-1
Prémio
“Miopia Manual” – Adriano (9.º no “ranking” SCC)
Na análise à prestação de Adriano, a acta da reunião do comité de peritos da Suburbia Cup Challenge continha apenas uma palavra: ridículo. Começou bem, com duas presenças consecutivas nos quartos-de-final, de onde foi eliminado pelos vencedores dos dois primeiros torneios (Fred e Diogo). Depois desse arranque aceitável, o habitual descalabro. Duas eliminações na fase de grupos e a progressiva decadência no seu estilo (?) de jogo. A pior imagem que deixa foi não ser apurado no último torneio, após ter sido integrado num dos "grupos da morte (cerebral)". A estatística: em 14 jogos venceu 5, empatou 1 e perdeu 8. Marcou 20 golos e sofreu 23. O 9.º lugar no “ranking” penaliza as areias movediças em que se afundam as suas capacidades de evolução.
Melhor resultado:
Liverpool (Adriano) – Valência (Filipe), 6-0
Pior resultado:
Liverpool (Adriano) – R. Madrid (Paulinho), 1-6
Prémio
“Os números, pá, os números!” – Pedro “Raga” (10.º no “ranking” SCC)Finalmente os números. Após cinco anos de teoria e de deambulação argumentativa, finalmente os números. A estatística, o detalhe, a certeza, a base do raciocínio lógico. Os números. Finalmente. Vamos a eles: em 13 jogos, venceu 3, empatou 4 e perdeu 6. Deixa um score de 18 golos marcados e 22 sofridos. Números. A melhor prestação que teve foi a presença nas meias-finais do terceiro torneio, para onde se apurou na marcação de penalties. Foi eliminado também nos penalties, por aquele que viria a sagrar-se campeão desse torneio (Miguel). No quarto torneio caiu nos quartos-de-final, perdendo por 2-0 o único embate fratricida da noite. Nos dois primeiros torneios quedou-se pela fase de grupos, com 4 derrotas consecutivas no arranque. A 10.ª posição do “ranking” demonstra que a realidade do seu jogo está bem distante da ilusão em que a sua mente está trancada. Não é o júri o diz. São os números.
Melhor resultado:
Barcelona (Raga) – Inter (Sérgio), 3-0
Pior resultado:
Barcelona (Raga) – Chelsea (Fred), 0-3
Prémio
“Credenciais a confirmar” - João (11.º no "ranking" SCC)
À imagem do campeão-relâmpago Diogo, João foi outro dos jogadores que a plateia teve pena de ver abandonar precocemente o Suburbia Cup Challenge. O 11.º lugar no “ranking” não traduz a qualidade do jogo que apresentou, sendo que a ausência dos lugares cimeiros das tabela se deve apenas ao facto de só ter participado em dois torneios. Enquanto esteve em prova, nos 7 jogos que disputou venceu 4, empatou 1 e perdeu 2. Deixa um score de 13 golos marcados e 12 sofridos. Foi eliminado na fase de grupos no primeiro torneio, em igualdade pontual com os dois apurados. E com uma vitória por 3-2 sobre o Barcelona de Fred, que viria a sagrar-se campeão nesse torneio. No segundo torneio, chegou aos quartos-de-final, de onde foi eliminado pelo Real Madrid de Fred, que viria a ser finalista vencido. Os créditos que exibiu ainda na pré-época levaram Miguel Silva a confidenciar a alguns jornalistas, numa conversa informal, que se tratava de um jogador que “joga muito fixe”. Fica o aperitivo para a segunda edição do Suburbia Cup Challenge.
Melhor resultado:
Juventus (João) – Barcelona (Fred), 3-2
Pior resultado:
Juventus (João) – Man Utd (Pedro), 2-4
Prémio
“Revelação (mas não muito)” – Nuno Silva (12.º no "ranking" SCC) É certo que beneficiou das contingências do sorteio, que por três vezes o colocou no “Grupo da Morte (cerebral)”. Mas a verdade é que, contra todas as expectativas, Nuno Silva conseguiu apurar-se por duas vezes para os quartos-de-final. Curiosamente, a estatística indica que 66% das suas vitórias foram alcançadas contra o adversário menos cotado do “ranking”, Filipe Silva. No total, em 14 jogos, venceu 3, empatou 2 e perdeu 9. Números que não parecem fascinantes, sobretudo quando se lhes junta um score de 11 golos marcados e 26 sofridos. Mas o facto é que não só ficou acima da “linha de água” no ranking (12.º lugar), como fechou o Suburbia Cup Challenge com dois carimbos no passaporte dos quartos-de-finais. E, por uma questão de coerência, também fica bem assinalar que nas duas vezes em que disputou os quartos-de-final Nuno Silva defrontou (e foi eliminado por) Miguel Silva, o líder do “ranking” SCC.
Melhor resultado:
Man Utd (Nuno) – Bayern Munique (Filipe), 3-0
Pior resultado:
At. Madrid (Nuno) – Barcelona (Miguel), 0-4
Prémi
o “Falta um bocadão assim" - Nuno Almeida (13.º no "ranking" SCC)
O anúncio diz “faltou um bocadinho assim”. Neste caso, é um "bocadão". Ou seja, Nuno Almeida já não é o saco de porrada do Pro Evolution, mas o Suburbia Cup Challenge provou que ainda tem muito que caminhar até poder ombrear com os “grandes”. O 13.º lugar do “ranking” traduz essa crua realidade. Em 12 jogos venceu 2, empatou 3 e perdeu 7. Atingiu os quartos-de-final no terceiro torneio, sendo eliminado por 3-2 pelo famoso Inter de Sérgio Bilé. No total, marcou 11 golos e sofreu 18. Números que ilustram, ainda assim, um evidente sinal de progressão: não sofreu uma única goleada. Mas só isso não chega. Ciente desse facto, fez questão de gamar a PS2 à organização, trancar-se em casa e treinar, treinar, treinar. É dos jogadores que mais anseiam pela segunda edição do Suburbia Cup Challenge, de forma a mostrar o seu crescimento.
Melhor resultado: Bayern (Nuno) – Juventus (Filipe), 4-1 Pior resultado: Valência (Nuno) – Chelsea (Fred), 1-3
Prém
io “Desorientação Momentânea?” - Hugo Gamboa (14.º no "ranking" SCC)
As coisas até começaram bem: apuramento no primeiro torneio como líder do seu grupo. Foi eliminado nos quartos-de-final por Miguel Silva. Até aqui tudo normal. O problema surgiu no segundo torneio: três jogos, três derrotas, duas delas pela medida grande, 0-5 e 1-7. Como teve de abandonar o Suburbia Cup Challenge mais cedo, deixou um sabor amargo nos adeptos, sem possibilidade de emendar a mão. Em 6 jogos, deixa um balanço de 2 vitórias e 4 derrotas e um score de 8 golos marcados e 19 sofridos. O 14.º lugar do “ranking” penaliza a falta de comparência nos dois últimos torneios. E exige a presença na segunda edição do Suburbia, para apagar a imagem de desorientação deixada nos últimos dois encontros.
Melhor resultado:
Chelsea (Gamboa) – Arsenal (Nuno Almeida), 2-0
Pior resultado:
Liverpool (Gamboa) – Inter (Dinis), 1-7
Prémio “Pirilampo Mágico” - Filipe Silva (15.º no "ranking" SCC)
Foi uma espécie de Dinamarca no Euro-92. Mas em versão má. Filipe Silva foi o outsider do Suburbia Cup Challenge, aparecendo de chuteiras calçadas no evento, mesmo sem se ter dignado a enviar o seu certificado internacional à organização. Nem por isso deixou de participar. Nem por isso deixou de fazer história: 12 jogos, 0 vitórias, 1 empate, 11 derrotas. Foi este o percurso de Filipe Silva, um jogador que, ousamos dizer, teria dificuldades em sair vencedor de um torneio de Pro Evolution para sócios da ACAPO. Mas, honra lhe seja feita, Filipe Silva esteve longe de ser um ceguinho. Foi, quanto muito, um digno amblíope. Foi sempre último na fase de grupos. Mas marcou um golo. É verdade que sofreu 41. Mas olhemos para o lado positivo. Marcou um golo. E sacou também um empate a zero no mítico jogo em que Nuno Silva se enganou no balneário e surpreendeu meio mundo ao trocar o At. Madrid pelo At. Bilbao a meio de um torneio. Por tudo isto, acreditamos que o último lugar no “ranking” do I Suburbia Cup Challenge é apenas o primeiro patamar para uma séria evolução. O céu é o limite.
Melhor resultado:
Juventus (Filipe) – At. Bilbau (Nuno Silva), 0-0
Pior resultado:
Bayern (Filipe) – Real Madrid (Dinis), 0-8



