Falando como finalista vencido, posso dizer que o Cabaça é o adversário mais difícil que defrontei. Embora ganhando-lhe sempre, desestabiliza completamente as referências do meu estilo de jogo, dando-lhe uma vantagem psicológica que, como o passar dos anos, pode tornar-se decisiva. Por enquanto, tem vindo a dar passinhos de bébé. Mas, em breve, dará largas passadas como uma garça dos pântanos.
Depois de ter eliminado dois "fantasmas" que me perseguiam, agora é chegada a hora de ganhar um torneio, depois da brilhante caminhada da última edição. A minha renovação, em plena meia-final, colocou-me nos píncaros de popularidade entre a sempre exigente plateia do Arsenal, que com os tradicionais urros de apoio à equipa mostram-se, mais uma vez, disponíveis para empurrar a equipa para a vitória... e espalhando perfume...
sábado, 20 de outubro de 2007
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